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| 6. Coração |
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A zona topográfica de projeção das cardiopatias, está delimitada entre os 63º e os 104º, nas coroas nº 1, 2, 3, 4, 5 e 6.
As alterações mais graves, na maioria dos casos, projetam-se nas coroas nº 4 e nº 3. Com menor freqüência e gravidade nas coroas nº 2, nº 1, nº 5 e nº 6.
Exceto algumas alterações de difícil definição e da maior parte das alterações de válvulas que manifestam-se no íris direito; o resto das alterações projetam-se no íris esquerdo.
Logo a seguir apresentamos a forma de projeção das diversas alterações do coração:
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Cajado da aorta.
As alterações do cajado da aorta são projetadas entre os 62º e os 80º, na coroa nº 4, abrangendo parcialmente as coroas nº 3 e nº 5.
Projeta-se no íris esquerdo.
Na maior parte dos casos vão associados dois signos ou mais.
Os signos mais representativos são:
• Alteração do colar.
• Farol.
• Rádio curto com origem no colar, um ou mais.
• Lagoa virtual.
• Mancha pequena ou mediana.
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Ángor cardíaco.
Projeta entre os 78º e os 96º nas coroas nº 3, nº 2 e nº 1.
Projeta-se, na maior parte dos casos, no íris esquerdo.
O signo mais representativo é:
• Mancha muito pequena com pouca cor.
• Rádio sem apoio interno, semelhante à cunha, signo ambíguo.
• Cripta ambígua.
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Angina do peito.
Projeta-se entre os 70º e os 82º, nas coroas nº 4 e nº 3, na maior parte dos casos centrados na linha que faz de colar.
Projeta-se no íris esquerdo.
Os signos mais representativos são:
• Alteração do colar.
• Cunha, semelhante com um rádio muito curto.
• Mancha pequena, ambígua.
• Alteração de tom ou cor, com uma pequena desaparição de tramo do perímetro do colar.
Na maior parte dos casos, são signos mais pequenos que os que projetam as alterações do cajado da aorta.
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Enfarte de miocárdio.
Projeta-se entre os 80º e os 98º, centrado nas coroas nº 4, nº 3 e em menos casos e proporção nas coroas nº 2 e nº 1.
Projeta-se no íris esquerdo.
Na maior parte dos casos, quando a oclusão afeta a uma artéria coronária, o signo está centrado na linha do colar, se a oclusão afeta às ramas das artérias, o signo abrange as coroas internas nº 3, nº 2 e nº 1.
Na maior parte dos casos projeta-se com signos ambíguos, sendo os mais representativos:
• Alteração do colar, se produz a desaparição dum pequeño tramo do perímetro do colar.
• Farol ou algo semelhante, signo pequeño.
• Cunha, pode ser semelhante com um rádio curto com origem no colar e com direção à pupila e/ou para o exterior do íris.
• Mancha pequena, ambígua.
• Alteração de tom ou cor.
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Válvulas do coração.
Suas alterações são projetadas entre os 73º e os 91º, centradas no colar, abrangendo as coroas nº 4, nº 3, e em menos casos, nas coroas nº 2 e nº 1.
As alterações das válvulas, na maioria dos casos, projetam-se no íris direito.
Os signos mais representativos são:
• Alteração do colar, tramo curto.
• Mancha pequena.
• Lagoa, pequena ou diminuta.
• Cunha.
• Alteração de tom ou cor, mais ou menos pigmentação, signo de má visibilidade.
• Rádio curto com origem no colar, um ou mais.
• Farol.
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Sopro cardíaco.
Projeta-se entre os 80º e 100º, nas coroas nº 5, nº 4 e nº 6, sendo que nesta última coroa em menos casos e proporção.
Projeta-se no íris esquerdo.
Os signos mais representativos são:
• Lagoas virtuais.
• Rádios medianos com origem no colar, curvados.
E por qualquer signo que venha a indicar fraqueza.
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Infeção nos ventrículos direito e esquerdo.
Projeta-se na mesma zona topográfica que o sopro cardíaco, no íris esquerdo.
O signo mais representativo é:
• Alteração de estroma. Percebe-se uma pequena alteração de estroma com uma cor mais clara, na maior parte dos casos; nalgum caso é mais escuro.
Pericardite.
Projeta-se entre os 78º e os 95º, nas coroas nº 4.
Projeta-se no íris esquerdo.
Os signos mais representativos são:
• Cunha pequena, paralela ao colar.
• Raia, paralela ao colar. Na maior parte dos casos é projetado por um signo só.
São signos pequenos, mas não obstante podem ser vistos com facilidade.
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As alterações Esclerose coronária, Arritmia e fibrilação; as podemos encontrar desenvolvidas no Estudio nº 1.
Também, ao longo do "Curso de I.R.M." poderemos observar como são projetadas outras alterações do coração.
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